Cultura

    “Quando uma técnica artística não tem um sentido utilitário, se não me amadurece, nem me faz crescer, se não me livra de todos os falsos conceitos que me são jogados desde a infância, se não facilita meu caminho em direção ao autoconhecimento – então não faço arte, mas apenas um arremedo de arte.”

    Desde que anunciou, em maio, que faria uma versão brasileira de “Shallow”, música de Lady Gaga para o filme “Nasce uma estrela”, Paula Fernandes recebeu críticas antes mesmo de mostrar o resultado da canção; virou meme assim que divulgou que o refrão uniria o título da música em português “Juntos” com o trecho em inglês “Shallow Now”; defendeu a licença poética no lugar do sentido do refrão "juntos e shallow" ("raso" em inglês); perdeu seu Bradley Cooper dias antes da gravação do DVD e, em um vídeo, anunciou que Luan Santana, responsável pela parceria na versão, não estaria presente no registro ao vivo.

    Agora, dois meses após o início de toda essa saga, a cantora lança o DVD “Origens”, no qual canta “Juntos” com os fãs, e diz que só “só viu pontos positivos” em toda a polêmica.

    “Senti uma comunhão muito grande, uma união muito grande, pela força da própria música e eu sinceramente não encarei isso como negativo. Talvez pela minha maturidade ou porque simplesmente a música é tão poderosa, que nada pode ser maior do que a própria canção”, diz.

    Antes da entrevista, a assessoria pediu para que não fossem feitas perguntas envolvendo Luan Santana, que gravou a parceria em "Shallow", mas não foi à gravação do DVD.

    Mesmo assim, o G1 questionou o motivo de a faixa com Luan continuar nas rádios, e não a versão do novo álbum, em que o público canta.

    "A música é eterna, está eternizada com parceria", disse Paula sobre a continuidade na execução da faixa.

    Além de “Juntos e Shallow Now”, Paula falou também sobre maturidade e planos de gravar com cantoras do "feminejo".

    Leia o resumo da entrevista.

    Aos 45 anos de idade e 25 de carreira, iniciada em 1994 como vocalista da banda Fazendo Arte, Joelma vai festejar a efeméride com registro audiovisual de show inédito.

    A gravação ao vivo está programada para 12 novembro, na casa Atlanta Music Hall, em Goiânia (GO), cidade cujo público tem sido bem receptivo à cantora paraense. O projeto marca a entrada de Joelma na gravadora Som Livre como artista solo.

    A gravação do show comemorativo dos 25 anos de carreira de Joelma será o segundo registro audiovisual da carreira solo da artista, que iniciou trajetória individual na música em 2016, na sequência da ruidosa saída da banda Calypso em 2015.

    A primeira gravação de show solo da cantora, Avante – Ao vivo em São Paulo (2017), foi lançada há dois anos. Mais recentemente, em abril deste ano de 2019, Joelma editou single com a música inédita Ai baby (Waleria Leão, Rafael Quadros, Blener May e Vinni Miranda, 2019).

    O governador do Estado do Acre, Gladson Cameli, fez a abertura da tradicional cavalgada da Expoacre 2019. O gestor fez questão de entrar no clima da maior feira de agronegócio e entretenimento da região e realizou o percurso montado em um cavalo e seguiu junto com a multidão.

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