Vácuo

Foto: Divulgação

A não eleição do ex-senador Jorge Viana (PT) tem impacto negativo para o Acre e o Brasil. Em entrevista às jornalistas Mônica Gugliano e Malu Delgado do jornal Valor Econômico, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, falou sobre Jorge com quem ele mantinha boa relação.

Pacificador

Para presidente do STF, o ex-senador era um “articulador de pontes”. Segundo o ministro, Jorge Viana, que já foi vice-presidente do Senado, amenizava os conflitos entre Congresso e o Supremo e buscava sempre uma saída para os impasses.

Protagonismo

Como senador, Jorge Viana protagonizou importante debates no Congresso, sendo relator foi relator do Código Florestal (Lei 12.651, de 2012), do novo Marco Legal de Ciência, Tecnologia e Inovação (Lei 13.243, de 2016) e da Lei da Biodiversidade (Lei 13.123, de 2015), além de ser o autor da proposta de emenda à Constituição que torna o estupro um crime imprescritível (PEC 64/2016).

Destaque

Em sua passagem pela Câmara Alta, o ex-senador, que já foi prefeito de Rio Branco e duas vezes governador do Acre, em 2018 foi apontado como um dos “Cem Cabeças” do Congresso Nacional, pelo oitavo ano consecutivo.

Avaliação

A lista produzida pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), anualmente destaca os parlamentares mais influentes do país. O parlamentar foi o único do Acre a constar na publicação divulgada pelo Diap.

O rei está nu

Texto distribuído por Jair Bolsonaro a aliados na sexta feira foi lido por dirigentes de partidos como um sinal de que o presidente acenou à radicalização para voltar a comandar a cena política.

Objetivos

A mensagem foi interpretada como uma tentativa de incendiar convocatória que circula nas redes bolsonaristas para ato em defesa dele, contra o Congresso e o Supremo, dia 26. Em áudio que chegou ao Planalto, um caminhoneiro fala em mostrar força à Câmara, ao Senado e “àqueles 11 togados de merda”.

Deep web

Bolsonaro compartilhou uma espécie de artigo, intitulado “texto apavorante”, que dissemina a tese de que o “sistema” se uniu para não deixá-lo governar. Ele o fez após receber informações de que as convocações para ato em sua defesa estavam ganhando corpo. Assim como na campanha, o principal vetor da mobilização é o WhatsApp.

Deep web 2

O presidente foi abastecido por aliados com as mensagens que estavam circulando. Em um áudio, um caminhoneiro diz ter se dado conta de que “a parte podre do Congresso —Câmara e Senado—, mais o STF com o apoio da Rede Globo, estão se unindo para tentar derrubar o capitão”. “E a gente não vai deixar”, ele conclui. As informações são do jornal Folha de São Paulo.

Cristina Kirchner vice

Foto: Reprodução

A ex-presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, que lidera as pesquisas para a sucessão de Mauricio Macri, anunciou neste sábado (18) que será candidata à vice-presidência na chapa com Alberto Fernández.

Ciro presidente e Haddad vice em 2022?

O anúncio de Cristina Kirchner como candidata a vice, na Argentina, animou correligionários e aliados de Ciro Gomes (PDT) no Brasil. Os ciristas acreditam ser possível repetir nestas plagas a fórmula na eleição de 2022 tendo o ex-presidente Lula ou Fernando Haddad (PT) se apresentando como vice.

Alvíssaras

“A lição da Argentina: um líder político coloca o País acima de suas ambições pessoais e partidárias. Ela lidera as pesquisas”, comemorou o jornalista Ricardo Cappelli, que defendeu na eleição passada a fórmula Lula-Ciro ou Ciro-Lula.

Desprendimento

“Os líderes devem deixar de lado as ambições pessoais e as vaidades, e estou disposta a contribuir a partir do lugar que pode ser mais útil”, afirmou a ex-presidenta argentina e atual senadora da República ao anunciar que será candidata à Vice-Presidência da República.

Manifestação

Apesar da torcida cirista, nem Ciro nem Gleisi Hoffmann –a presidenta nacional do PT– se manifestaram oficialmente sobre a decisão de Cristina.Será possível a fórmula do tango no Brasil? A conferir.

Jogo duro!

Informa o jornalista Lauro Jardim, de O Globo, que o presidente Jair Bolsonaro pegou pesado com Marcos Cintra, Secretário da Receita Federal, durante uma reunião no Palácio do Planalto, na terça-feira, com a presença de parlamentares da bancada evangélica.

Desautorização

A conversa foi convocada depois que Bolsonaro desmentiu publicamente a afirmação do secretário da Receita Federal de que o governo iria tributar igrejas.

Ira evangélica

A ideia era justamente dar uma resposta e acalmar os evangélicos, cujo pleito é a simplificação das regras de prestação de contas das entidades religiosas ao Fisco.

Pressa

Cintra achou que estava agradando ao anunciar que resolveria a questão em dois anos. Bolsonaro, visivelmente irritado, rechaçou e ordenou que a pendência seja solucionada para ontem.

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