Poronga

    Solidariedade

    O Partido Progressistas (PP), em nome da executiva nacional emitiu uma nota nesta sexta-feira (11) em defesa do deputado estadual e presidente da Assembleia Legislativa do Acre, Nicolau Junior. A legenda se posicionou após o parlamentar ser alvo de busca durante operação da Polícia Federal. Em nota, o Progressistas, partido do chefe do Legislativo Acreano, reitera “a confiança no trabalho desempenhado pelo deputado”. 

    Transparência

    Na nota, o Partido Progressista manifesta e reitera a confiança no trabalho desempenhado pelo deputado l Nicolau Junior. enfatiza que como cidadão e homem público, ele sempre se disponibilizou a esclarecer fatos apontados como ilícitos, razão pela qual se coloca à inteira disposição das autoridades judiciárias para o que for necessário.

    Reconhecimento 

    Aduz, ainda, que a população acreana reconhece o trabalho de Nicolau, um gestor que tem a vida dedicada ao serviço público e é grande representante do povo no Legislativo Acreano. 

    Luz 

    Por fim, o Progressistas reafirma que apoia as instituições, renova seu compromisso com a  defesa da Constituição e da democracia e acredita que no decorrer do andamento das investigações, restará comprovada a probidade do deputado Nicolau e sua honra continuará preservada. 

    Nada a esconder!

    A propósito da ação da Polícia Federal, na  denominada Operação Acúleo, o presidente da Assembléia Nicolau Júnior,   fez registrar que agentes da Polícia Federal estiveram nos seus endereços pessoal e profissional a fim de coletar documentos no interesse de investigação que, aparentemente, apura irregularidades em contratações públicas realizadas pela Prefeitura Municipal de Cruzeiro do Sul.

    Agente exógeno

    Nicolau diz que nunca manteve com a Prefeitura, na atividade empresarial, qualquer tipo de contratação ou negócio que justificasse tal medida. Tampouco, atividade política, tratou de qualquer assunto que não fosse no legítimo interesse de ajudar a população de Cruzeiro do Sul. Por isso, causa estranheza que tal ordem tenha sido a ele dirigida. Adiante, diz que, mesmo assim, prontamente colaborou com as autoridades, franqueando amplo acesso a todos os dados que eventualmente possam  colaborar com a elucidação dos fatos investigados.

    Justificativas 

    Frisa que é importante salientar que os valores em espécie encontrados em sua residência foram todos apresentados, possuindo fonte lícita e são oriundos da sua atividade empresarial e de produtor rural, devidamente registradas, sendo fruto unicamente de relações com pessoas físicas e jurídicas privadas, sem qualquer vinculação com o poder público. Esclarece, tambpem, que sua defesa solicitou imediato acesso aos autos, a fim de entender quais acusações se dirigem a sua pessoa. 

    Gaiato no navio 

    Nicolau avança nos esclarecimentos, pontuando que a investigação apura irregularidades em contratações feitas pela Prefeitura de Cruzeiro do Sul, com quem ele  jamais manteve qualquer atividade empresarial, contratação ou negócios que justifiquem tal medida. 

    A força da verdade 

    Esclarece que a porta de seu gabinete, como noticiado por alguns veículos de comunicação da cidade,  em nenhum momento precisou ser arrombada, pois os policiais federais foram prontamente atendidos pela Polícia Legislativa, que abriu o referido gabinete. 

    Fonte lícita

    Reitera que os valores encontrados em sua residência possuem comprovadamente fonte lícita, oriunda de suas atividades como empresário e produtor rural, legalmente e devidamente registrados. 

    Reposição 

    Esclarece que não existe nenhum mandado de prisão contra ele, Nicolau Júnior, e que durante todo o momento contribuiu para que os policiais realizassem seus trabalhos, assegurando o acesso dos agentes para que a elucidação dos atos seja feita e todo mal entendido desfeito. 

    Maledicências 

    Erroneamente citaram o secretário executivo da Aleac, Cleilson Taumaturgo como alvo de operação policial. O mesmo não está sendo investigado por absolutamente nada. Adiante diz que não houve nenhuma busca no gabinete do secretário Luiz Gonzaga. Portanto, a porta não foi arrombada e se os agentes quisessem ter acesso a qualquer sala da Aleac, a Polícia Legislativa prontamente contribuiria. 

    Fato

    Por fim, esclarece que ele, assim como os demais envolvidos na operação da Polícia Federal, não foram proibidos de conversar com a imprensa, sendo orientados a não conversarem entre si.

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    Versão 

    Integrante do chamado Centrão e atual líder do governo Jair Bolsonaro, o deputado federal Ricardo Barros (PP-PR) disse que o ativismo político do Judiciário sempre existiu e ficou ainda mais evidente após a operação Lava Jato.

    Pronto, falei!

    Em entrevista ao portal UOL, o parlamentar que já foi líder do governo na gestão de Fernando Henrique Cardoso, vice-líder no governo Lula e ex-ministro da Saúde no governo de Michel Temer,  afirmou que os métodos da operação não respeitaram as leis e citou os processos contra Lula como exemplo de parcialidade da Lava Jato.

    Mágica 

    “É claro que há uma parcialidade na posição da Lava Jato, todos sabem disso. É evidente, é visível”, disse. “Tirou o Lula da eleição, produziu uma situação nova para o país, a interpretação [da lei] mudou... Era uma, mudou para prender o Lula, passou a eleição, mudou para soltar o Lula. Não precisamos fazer muito esforço para perceber ativismo político”, acrescentou.

    Posição 

    Barros foi uma dos parlamentares que, em meio ao debate sobre a possibilidade de prisão em 2ª instância, defendeu a realização de uma Assembleia Constituinte para garantir que condenados cumpram pena antes de esgotados todos os recursos.

    Absolutismo 

    Na entrevista, o líder do governo disse ainda que o Ministério Público (MP) e a Justiça, de forma geral, não respondem pelos erros cometidos durante julgamentos e questionou as ações os métodos de investigação — como as buscas e apreensões, por exemplo—, realizadas às vésperas das eleições.

    Casuísmo 

    “Quem sabe quem não vai ganhar uma eleição no Brasil? O MP e o Judiciário, porque eles agem contra o cidadão no meio da campanha, prendem, fazem busca e apreensão, tiram a pessoa do processo político. E depois de alguns anos, se ficar provado que não era nada... Não era nada, bate nas costas. Nem pedir desculpas eles pedem”, criticou.

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