Poronga

    Cantando a pedra

    O deputado Jenilson Leite, presidente regional do PSB, em entrevista a um site local, dá como certa a candidatura da prefeita Socorro Neri (PSB) à reeleição. Diz que Ela vai anunciar isso em breve, posto que em diversas oportunidades já sinalizou que partirá para a disputa.

    Novo formato

    Ainda na matéria, disse que a Frente Popular do Acre deixou de existir em 2018 e que neste momento se organiza uma nova força política e os agentes políticos estão avaliando como isso deve acontecer, entendendo que 2020 será o ano para que essa nova moldura do quadro político acreano se consolide.

    Foro íntimo

    Ainda no dizer do deputado socialista, a candidatura da Socorro independe da vontade do PT, posto que essa decisão será tão-somente dela, embora exista a necessidade do diálogo com todos os partidos e líderes, vez que ninguém ganha eleição sozinho.

    Credenciais

    Sobre as chances de Socorro Neri no próximo pleito, Jenilson vislumbra sucesso na empreitada, sustentando a competitividade dela no embate, lembrando que em apenas um ano de sua gestão ela conseguiu sanear a buraqueira que tomava conta da cidade - sobretudo no centro da cidade e nos corredores dos ônibus -, embora os bairros ainda estejam com problemas, quesitos que serão resolvidos no próximo verão.

    Portfólio

    Cita ainda como feito principal da prefeita a organização das finanças do município, ação que, inclusive, guindou-a a condição de uma das melhores gestoras do Brasil, o que prova, de forma inequívoca, que ela é zelosa com a coisa pública. Lembrou, também, que Neri foi premiada na saúde e educação, demonstrando que sabe cuidar de Rio Branco e que esta, portanto, apta a pleitear um novo mandato.

    Caixa alto

    Ainda sobre a estréia do governador Gladson Cameli (PP) no facebook, por intermédio de ‘Lives’, ocorrida no último domingo (12), respondendo a questionamento de internauta o governador disse que os cofres públicos do Acre já possuem cerca de R$ 1 bilhão para serem usados em obras de infra-estrutura. “Agora, o segundo passo é fazer rodar todos esses projetos e cumprir os prazos legais de licitação”, explicou Cameli.

    Alvo

    Segundo o governador, os projetos de melhoria que abrangem o montante de R$ 1 bilhão, incluem áreas da segurança, educação e saúde. “Vamos investir nos centros integrados entre o Corpo de Bombeiros, a Polícia Civil e a Polícia Militar. Também em obras para gerar emprego e renda”, destacou Cameli.

    Responsabilidade

    A afirmação de Gladson revelando a saúde financeira do estado ratifica e lhe impõe responsabilidades maiores sobre a resolução dos problemas na máquina administrativa do poder sobre sua gerência. Para quem não lembra, em campanha, apontando o dedo para os gargalos da administração pública, ele enumerava que dinheiro não era problema; o que faltava era gestão!

    Advertência

    A propósito de problemas na gestão do estado, a Associação dos Servidores do Sistema Penitenciário do Acre soltou u nota convocando os Policiais Penais para uma paralisação de advertência na manhã desta quinta-feira (16).

    Extremo

    O Presidente da Associação Edem Azevedo, diz que os servidores do IAPEN estão trabalhando no limite e até aqui o governo não avançou nas pautas da categoria e a mobilização tem objetivo de levar ao conhecimento da sociedade as problemáticas do sistema penal.

    Pauta

    Os Policiais Penais querem equiparação salarial com as demais categorias da segurança pública; manutenção da carga horária que é de 24 por 72 horas, além de promoções que estão em atraso.

    Convivência

    Azevedo afirma que os policiais também questionarão a maneira como administração do IAPEN se relaciona com a categoria, qu,e mesmo sem condições de trabalho, sofrem pressão diariamente da presidência do órgão.Outra cobrança dos servidores prisionais diz respeito a realização de um concurso público efetivo para categoria, já que faz 10 anos da realização do último certame.


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    Imagina?

    O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) veio em público, nesta terça-feira (14), desmentir que tenha pensado demitir o ministro Sérgio Moro em agosto de 2019.

    Na marca do pênalti

    A informação de que o titular do ex-juiz da Lava Jato seria defenestrado do governo é da jornalista Thaís Oyama. Ela revelou no livro “Tormenta – O governo Bolsonaro: crises, intrigas e segredos” que Moro entrou no bico do corvo ao ter se posicionado de maneira contrária à decisão do presidente Supremo, ministro Dias Toffoli, sobre o Coaf, que acabou beneficiando o senador Flávio Bolsonaro (sem partido-RJ).

    Fim do mundo

    Entretanto, revela a autora, o general Augusto Heleno demoveu Bolsonaro da idéia de demitir Moro. “Se demitir o Moro, o seu governo acaba”, teria aconselhado na ocasião o general, que é ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).

    Mensageiros do caos

    Bolsonaro, a seu jeito, atacou a imprensa por “ler” seus pensamentos. “Essa imprensa é uma vergonha. Lê meus pensamentos e ministros se convencem a não demitirem a si próprios”, debochou.

    Dilema

    Para os analistas da política nacional, o presidente Jair Bolsonaro virou refém político do ministro Sérgio Moro. Não consegue demitir o subordinado, por mais que tente, porque o auxiliar é mais forte que ele [capitão]. Talvez esse tenha sido um erro estratégico do presidente, portanto fatal do ponto de vista político.

    Ladeira abaixo

    Segundo o jornalista Vitor Abdala, repórter da Agência Brasil, a produção industrial recuou em 11 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na passagem de outubro para novembro de 2019. Segundo a Pesquisa Industrial Mensal, divulgada hoje (14), a maior queda foi observada no Paraná (-8%).

    Mais retração

    Outros locais que tiveram queda acima da média nacional (-1,2%) foram o Espírito Santo (-4,9%), Pernambuco (-4,1%), a Bahia (-3,5%), Minas Gerais (-3,4%), São Paulo (-2,6%), Goiás (-2,1%), o Pará (-1,8%) e Rio Grande do Sul (-1,5%). Também tiveram queda a Região Nordeste (-1%) e Santa Catarina (-0,4%).

    Reação

    Por outro lado, três estados tiveram alta na produção no período: Rio de Janeiro (3,7%), Ceará (3,4%) e Mato Grosso (2,7%). O Amazonas manteve o mesmo nível de produção nos dois meses.

    Outras comparações

    Na comparação com novembro de 2018, houve quedas em dez locais, com destaque para o Espírito Santo (-24,3%). Cinco locais tiveram alta. Os maiores crescimentos na produção foram registrados no Rio de Janeiro (13,3%), Amazonas (11,5%) e em Goiás (10,3%).No acumulado de 12 meses, foram registradas quedas em oito locais. O Espírito Santo também foi o destaque negativo nesse tipo de comparação, ao recuar 13,5%. Sete locais tiveram alta, com destaque para o Paraná (5%).

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