Poronga

    Eleição

    Procuradores e promotores de Justiça do Ministério Público do Estado do Acre (MPAC) elegeram, na segunda-feira, 18, os membros que concorreram ao cargo de procurador-geral de Justiça, saindo do plebiscito os três primeiros para indicação do governador.

    Escolhas

    Foram escolhidos a atual procuradora-geral de Justiça Kátia Rejane de Araújo Rodrigues, que obteve 57 votos; o procurador Cosmo Lima de Souza que recebeu 50 votos; com 32 votos, o procurador Carlos Roberto da Silva Maia também integra a lista tríplice.

    Recondução

    Ontem, terça feira, pelo período da noite o governador Gladson Cameli (PP) confirmou que irá reconduzir ao cargo a atual Procuradora Geral Kátia Rejane, que continuará no posto para o biênio 2020/2022.

    Méritos

    A expressiva votação de Kátia traduz a aceitação dos membros do Parquet ao modelo administrativo empreendido por Rejane nos últimos dois anos, quando deu posse a promotores, anunciou construção de promotorias, ganhou premiações nacionais e também é considerado um dos mais transparentes do Brasil.

    Questionamento

    O Deputado Estadual Roberto Duarte (MDB) usou a tribuna no pequeno expediente de terça-feira (19), para questionar sobre a serventia das 127 viaturas que serão utilizadas pelas polícias do Acre.

    Detalhes

    O Parlamentar destacou que os veículos que foram entregues na presença do Ministro da segurança, Sérgio Moro, não vieram equipadas com a cela para transportar presos, pois de acordo com a lei, é proibido transportar presos em carroceria aberta.

    Finalidade única

    São 127 viaturas que serão distribuídas para demais regiões do estado do Acre, mas todas sem a cela, popularmente conhecida como camburão. Sem o camburão os veículos servirão tão somente para transportar os policiais. Será que ninguém pensou nesse detalhe?

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    Negativa

    O ex-presidente Lula concedeu sua primeira entrevista ao Portal Nocaute, nesta quarta-feira (20). Questionado sobre os arranjos eleitorais que antecedem as eleições de 2022, Lula afirma que não procurou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM), para costurar uma aliança com o "centrão".

    Amplitude

    "Não tenho nenhum problema em conversar com o Rodrigo Maia, mas não foi o caso agora. Não pedi nenhuma reunião ontem. Muita gente às vezes acaba falando por mim", diz ele.

    Retorno às origens

    Sobre a ex-prefeita de São Paulo Marta Suplicy, Lula reiterou convite para o retorno ao PT: "Eu tenho uma profunda relação de amizade com a Marta. Não misturo relação pessoal com política. Posso ter qualquer divergência, não misturo. A Marta fez muito pelo PT, foi a melhor prefeita que São Paulo teve. Se quiser voltar, da mesma forma que saiu, ela pede pra entrar", acrescenta.

    Protagonismo

    Lula também defende a indepêndencia do PT nas eleições de 2022. "Lembro quando o PT nasceu. Eu tinha que explicar até porque a estrela do PT tinha cinco pontas. Não sou contra o PT ter alianças, mas acho que o partido tem, sim, que ter candidato. E se não for pro segundo turno, apoia um candidato progressista"

    Mão grande

    Ele também classifica a vitória de Bolsonaro ilícita. "Foi um roubo". O ex-presidente também dispara contra o uso de fake news. "O PT tem que ter clareza de que a direita está ganhando no debate digital e o porque isso acontece. Minha mãe já dizia: a mentira vai de avião e a verdade vai engatinhando. Então temos que combater a mentira".

    Na casa do sem jeito

    As queimadas e desmatamento das florestas não devem acabar, por serem algo cultural. A afirmação foi feita pelo presidente Jair Bolsonaro nesta quarta-feira. “Você não vai acabar com o desmatamento nem com as queimadas. É cultural”, disse, segundo informações do jornal Correio Braziliense.

    Biruta de aeroporto

    O presidente fugiu de perguntas relacionadas ao aumento de 29,5% das queimadas da floresta amazônica, o maior patamar registrado desde 2008, mas confirmou que pretende editar uma Medida Provisória para a regularização fundiária nos Estados da Amazônia Legal, ressaltando que essa proposta prevê a autodeclaração como ferramenta dos títulos de terra – o que pode abrir espaço para grilagem e insegurança jurídica.

    Conquista

    O deputado Edvaldo Magalhães (PCdoB) manifestou-se sobre a reforma previdenciária encaminhada pelo governo à Assembléia Legislativa do Acre, observando que a retirada de algumas medidas que prejudicariam drasticamente os servidores do Projeto de Lei que trata da Reforma da Previdência em âmbito estadual, foi uma vitória conquistada pelos manifestantes e parlamentares que não aceitaram a proposta como ela foi enviada ao Poder Legislativo.

    Alivio

    Lembrou o comunista que após várias reuniões com sindicalistas no Poder Legislativo, o governo alterou algumas medidas na Reforma da Previdência, dentre elas, a manutenção da licença-prêmio, sexta parte e auxílio-funeral. Também não irá mais taxar aposentados que recebem acima de R$ 5.800.

    Caindo na real

    “Quero comemorar uma vitória. Disseram ao governador algo que não era verdadeiro, que o projeto que estava vindo para a Aleac era igual ao do Governo Federal, só não contavam que não combinaram isso com os servidores públicos. Muitos nos olharam atravessados, dizendo que estávamos incentivando os manifestantes, e hoje essas pessoas chegam e dizem que graças a Deus nós não deixamos que elas cometessem o erro de votar o projeto como ele chegou aqui”, comemorou.

    Autismo

    Edvaldo disse ainda que a base do governo na Aleac e os assessores da Casa Civil não devem ter de fato lido o texto da Reforma, uma vez que, de acordo com ele, todos se escandalizaram quando observaram a quantidade de direitos que seriam retirados dos trabalhadores. Ele também parabenizou os servidores públicos que se mobilizaram e realizaram manifestações.

    Vôo cego

    “Até a base do governo se escandalizou quando sentou e leu direitinho as propostas da Reforma da Previdência. Agora de fato estamos nos debruçando sobre esse tema e dispostos a buscarmos a melhor saída possível para os trabalhadores, que no final da história devem ser os menos penalizados possível. O recuo foi fruto da mobilização dos servidores públicos e dos parlamentares que não se dobraram ao conteúdo desse projeto, que tanto prejudicaria a classe trabalhadora”, disse

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