Política

    'Depasa cobrou do consumidor de Jordão água não consumida', denuncia Edvaldo

    O deputado Edvaldo Magalhães (PC do B) disse na sessão desta quarta-feira (27) que o Departamento Estadual de Águas e Saneamento do Acre (Depasa) tem dificultado a vida dos consumidores do Jordão.

    Segundo o parlamentar, os vereadores do município fizeram um abaixo assinado contra a empresa que estaria cobrando da população contas no valor de R$ 3, R$ 4, R$ 10 mil, por uma água que foi consumida.

    “Quando assumi o Depasa em 2015 firmei uma parceria com o prefeito de Jordão para garantir a produção de água que naquela época era um problema. Água no Jordão era um dia sim e sete não. Então, trabalhamos juntos e conseguimos montar uma estação de água naquela cidade. Somente no início de 2016, Jordão passou a ter água 24h”, explicou o parlamentar.

    O comunista informou que entrará com uma medida legislativa solicitando a anistia dos valores cobrados pela empresa. “Acumular um valor absurdo desse e cobrar de uma pessoa que não recebia água, é uma aberração. Precisamos entrar com uma medida legislativa para anistiar esses valores que estão sendo cobrados antes da data de funcionamento da estação de água, porque isso é fictício. O fato é que o Depasa juntou contas de cinco anos atrás, e resolveu cobrar do consumidor uma água que ele não consumiu”, explicou.

    Edvaldo Magalhães também comentou a respeito da reforma da previdência estadual aprovada ontem (26). Ele disse que mais um capítulo da reforma da previdência será escrito nos próximos dias, desta vez, no Judiciário.

    O parlamentar que pretende entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) frisou que o Regimento Interno da Aleac foi “rasgado” ao não se respeitar as 48h para que o parecer aprovado na Comissão Especial fosse levado ao plenário.

    “Abordando a nossa discussão de ontem, é preciso dizer uma coisa: o último capítulo da reforma da previdência não foi inscrito ontem com aquela votação. Ainda será inscrito no Judiciário. Rasgou-se o Regimento. Isso não vai ficar assim. Como não ficou a discussão da LDO. E tem coisas muito mais graves que ocorreram que no momento adequado, da forma devida, vou abordar acerca dos procedimentos do processo de votação dessa reforma”, concluiu.

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