Ordem unida

Foto: Secom

Para patrocinar ação unificada, o governador Gladson Cameli (PP), reuniu ontem, sexta feira, 13 dos 16 parlamentares que pertencem a partidos que fizeram parte da coligação que levou o progressista à vitoria no ano passado.

Convivas

Estiveram presentes Antônio Pedro (DEM), Cadmiel Bomfim (PSDB), Chico Viga (PHS), Gerlen Diniz (Progressistas), José Bestene (Progressistas), Juliana Rodrigues (PRB), Luís Tchê (PDT), Luiz Gonzaga (PSDB), Marcus Cavalcante (PTB), Neném Almeida (Solidariedade), Nicolau Júnior (Progressistas), Wagner Felipe (PR) e Whendy Lima (PSL).

Carreira solo

O esforço para unificação da bancada faz-se necessário na medida que cada parlamentar governista age de forma isolada. Para idéia, na estréia do novo líder governista, Luiz Tchê na terça-feira, quase todos os deputados da base resolveram se contrapor às ações do governo do Estado.

Agente inimigo

No dizer da deputada Antônia Sales (MDB), a falta de coordenação da bancada de apoio ao governo fica evidente na ação atabalhoada daqueles que agem em nome da administração, parecendo, até, que são colocados na Casa Legislativa como elementos infiltrados para atrapalhar os trabalhos.

Aproximação difícil

“O governador precisa tirar os porcos-espinhos que existem no governo e que só atrasam sua gestão”,teria dito Antonio Sales, pontuando críticas sobre a coordenação da base. A propósito, ontem Sales não esteve na reunião com Gladson.

Amor bandido!

Além de Antônia Sales, outros dois deputados, que, a rigor, seriam da base, não participaram da reunião: Roberto Duarte (MDB) e Meire Serafim (MDB). Ao que se percebe, o MDB ocupa generosos espaços na administração de Cameli, mas toma distância do governo quando necessário emprestar apoio, temendo o desgaste que eventual identificação com a administração do progressista possa trazer.

Não me deixem só!

Fato, é que Gladson Cameli vai precisar de uma base coesa e de seus aliados nas próximas semanas, vez que ele vai encaminhar uma nova reforma administrativa e precisa ter os nomes para Ageac e Acreprevidência aprovados. Isso, sem contar com outros projetos que podem chegar na casa, como um possível plano de demissão voluntária.

Preço

Após o encontro, em entrevista coletiva, Gladson afirmou que “houve choradeira e pedido de cargos”, mas que o objetivo era alinhar o trabalho. As declarações do governador deixam transparecer que a costura para a unificação da base dependerá muito das concessões fisiológicas que o governo concederá, demonstrando que os deputados aliados só tem um compromisso: obter cargos para colocar apaniguados.

Entornando o caldo

A União Nacional dos Estudantes (UNE) convocou estudantes de todo o país para uma mobilização nacional na próxima quarta-feira (15) contra os cortes de verba nas universidades federais anunciados pelo governo Jair Bolsonaro (PSL).

No pasarán

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e sindicatos ligados à educação já haviam anunciado paralisação e manifestações nessa data contra a reforma da Previdência. A propósito, «Não passarão!» é um lema que expressa determinação de defender uma posição contra o inimigo. A primeira referência a seu uso remonta à Batalha de Verdun, durante a Primeira Guerra Mundial, pronunciado pelo general francês Robert Nivelle.

Redirecionando o foco

Com o anúncio do bloqueio de verbas e a suspensão de bolsas de pesquisa, a UNE decidiu fazer uma nova convocação para os protestos e colocar a reversão dos cortes nas instituições como pauta prioritária.

Destaque

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, na noite de quinta-feira (9), o título de ‘Personalidade do Ano’, em cerimônia realizada em Nova York.

Em nome do pai!

Lurian Lula da Silva, filha de Lula, recebeu a homenagem em nome dele. A iniciativa do evento foi do coletivo Brazilian Resistance Against Democracy Overthrow – Resistência Brasileira contra o Golpe na Democracia.

Legado

“Lula não apenas transformou o Brasil em um poderoso agente global, mas também avançou em políticas importantes que visam aumentar a diversidade e a inclusão, e proteger o meio ambiente e os direitos humanos”, disse a entidade promotora da honraria.

Canal de diálogo

O ex-reitor da Universidade Federal do Acre (Ufac), Minoru Kimpara, concedeu entrevista ao site ContiNet e falou sobre o teor da reunião com as lideranças tucanas ocorrida ontem . Segundo Kimpara, não houve filiação, no entanto, ficou aberta a possibilidade de uma possível candidatura à Prefeitura de Rio Branco pelo partido.

Simpatia e quase amor!

O professor disse que tem respeito e admiração pelo partido, bem como, pelos representantes da sigla no estado. “Eu tive a oportunidade de ser convidado para um café da manhã onde tivemos uma conversa de aproximação e nessa reunião eu recebi um convite da direção municipal e regional para me filiar ao partido”, destacou.

Decisão em aberto!

Sobre concorrer à Prefeitura da capital em 2020, ele disse que nada está certo. “São apenas possibilidades, não tem nada concreto e muitas águas ainda vão passar por debaixo dessas pontes aqui e muita coisa vai acontecer”, ressaltou dizendo que não tem pressa quanto ao assunto.

Convicções

Com relação ao convite de filiação, o ex-reitor declarou que no momento irá pensar sobre o assunto, mas adiantou que existe um “namoro” com o PSDB. “Do namoro pode haver um casamento. Eu disse a eles que não abro mão dos meus princípios pois eles são inegociáveis. Meu entendimento de política é de que ela deve ser um espaço para servir o povo e não ser servido”, salientou.

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