Mudando de ares!

Foto: Reprodução

Depois que foi corrido da assessoria do governador Gladson Cameli (PP), onde ocupava o posto de porta-voz, o jornalista Rogério Wenceslau retornou ao batente na condição de âncora do telejornal da ABC TV, afiliada da Rede TV, com sede em Senador Guiomard.

Audiência

Esta semana viralizou nas redes sociais vídeo contendo editorial da lavra do jornalista, tecendo avaliação negativa do governo que outrora defendia com denodo.

Avaliação

No dizer do ex-porta voz, o governo da mudança vai de mal a pior. Verbaliza que ao chegar ao quinto mês de governo o que se vê é um clima de fim de gestão, a começar pela quebra de compromisso com aliados, instituições, desentendimento graves internos no alto escalão e outras confusões relatadas diariamente pela mídia, retratando um governo fraco, confuso e que até agora não disse a que veio.

Balaio de gatos!

Enfim, traçou um quadro de barafunda generalizada, uma mistura desordenada de coisas diversas, onde ninguém se entende e o que se vê gerado com grande competência é a balbúrdia e a briga de aliados por espaços na máquina administrativa.

Amadorismo

Na avaliação do jornalista, enquanto isso, o estado está travado, estradas e ramais que tem a manutenção sobre responsabilidade do poder estadual estão em petição de miséria e a tal da reforma administrativa patrocinada no início do governo só trouxe prejuízos financeiros para os cofres públicos, vez que extinguiu órgãos essenciais para a captação de recursos e vitais na execução das tarefas inerentes à administração da coisa pública.

Súbita lembrança

O que chama a atenção é que somente agora o jornalista esteja a exteriorizar seu conceito negativo sobre o governo que até poucos dias atrás era defendido por ele com fidelidade canina.

Amnésia

É o caso típico do ex-marido que convive longos anos com uma mulher e após a separação desata a falar mal do relacionamento do qual fazia parte. Como deixa patente o ditado popular, bocado comido é bocado esquecido.

Palpos de aranha

Foto: Cedida

O ex-vereador de Brasileia do MDB, Carlos Gadelha, conhecido pela alcunha de Capeta, funcionário de carreira e ex-superintendente do Superintendência do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) no estado do Acre foi um dos presos da Operação Ojuara, deflagrada pela Polícia Federal e a Força-Tarefa Amazônica do Ministério Público Federal (MPF).

Rede

A investigação comprovou a participação de pecuaristas, servidores do Ibama do Acre, policiais militares do Amazonas e advogados na prática de crimes de desmatamento, organização criminosa, invasão de terras públicas, formação de milícia, corrupção passiva e ativa, lavagem de dinheiro e até tentativa de homicídio entre outros crimes na região dos municípios de Lábrea e Boca do Acre, no Amazonas.

Estrutura

Segundo o delegado da PF Victor Negraes, a organização criminosa se dividiu em vários núcleos. O primeiro era dos fazendeiros que invadiam terras públicas, praticavam crimes ambientais de desmatamento e grilavam terras.

Sol nascendo quadrado

No outro braço da organização estavam alguns servidores do Ibama do Acre que agiam para beneficiar os criminosos e eram compensados com pagamento de propina. Ao todo, 5 servidores do órgão que tem como objetivo defender a preservação dos recursos naturais, tiveram suas prisões decretadas.

É na bala!

O decreto assinado pelo presidente Jair Bolsonaro e publicado ontem, quarta-feira, no Diário Oficial da União (DOU) amplia consideravelmente o porte de armas para um conjunto de 20 profissões.

Velho oeste

No grupo, políticos eleitos, servidores públicos que trabalham na área de segurança pública, advogados em atuação pública, caminhoneiros, oficiais de Justiça, profissionais de imprensa que atuam em coberturas policiais, agentes de trânsito, entre outras categorias. Também são contemplados os moradores de propriedades rurais e os proprietários e dirigentes de clubes de tiro.

Limites

Na terça-feira, durante a assinatura do decreto, Bolsonaro afirmou que o governo foi “no limite da lei”. Segundo ele, o decreto “não passa por cima da lei” e “não inventa nada”, mas foi até o limite máximo englobado pelo Estatuto.

Filme queimado

O senador Márcio Bittar (MDB) foi duramente criticado na sessão de ontem na Câmara de Rio Branco por ter dito que o estado do Acre é “longínquo” e que a “educação no Brasil é uma balbúrdia”. As críticas foram puxadas pelo vereador Eduardo Farias (PCdoB) e acompanhadas pela vereadora Lene Petecão (PSD).

Ao ponto!

O comunista Farias foi direto: “O senador Márcio Bittar é um desses camaleões da política que a gente fica sem palavras da forma como ele se coloca. Primeiro que só aparece aqui em época de política e depois some. Segundo que se revelou ontem dizendo que a educação brasileira é uma balbúrdia. Que escola para ele tem que ensinar apenas português, matemática e fazer contas?

Conforme sopra o vento…

E foi além: “Agora o Márcio Bittar, que fez curso na União Soviética, que era do Partido Comunista, um cara que perdeu completamente os seus valores, os seus rumos, um cara que está oportunista ainda se refere o Acre como o meu estado longínquo”, reprovou Farias.

Coro

A vereadora Lene Petecão repercutiu Farias, repudiando as palavras do senador: “É triste saber que um senador tenha uma postura dessas. Eu não concordo com isso. Não cabe um discurso desses, eu não acho que moro distante, pelo contrário”, repudiou Lene. Na verdade, dependendo do olhar, o Acre pode ser o começo e não o fim.

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