Polícia

    3º Batalhão da PM comemora 12 anos com solenidade e homenagens

    Há 12 anos pronto a contribuir para a manutenção da ordem e da segurança na comunidade da área da Terceira Regional de Rio Branco, o 3º Batalhão da Polícia Militar do Acre (3ºBPM/PMAC) realizou na manhã desta quarta-feira, 28, no quartel da unidade, uma solenidade alusiva à data.

    O 3º BPM ganhou sede própria em agosto de 2018 e, como forma de homenagem e reconhecimento, recebeu o nome de Aparecido Alexandro dos Santos. O Cabo Alexandro, como era conhecido na caserna, pertencia ao efetivo da unidade e perdeu a vida durante o serviço.

    Durante o evento, o tenente-coronel Edener Franco, à época a frente do batalhão, foi homenageado, bem como o Cabo Alexandro, os policiais militares da unidade que se destacaram ao longo do ano e representantes de instituições parceiras.

    Além do comandante-geral da PMAC, coronel Ezequiel Bino, o evento teve a participação de parte da tropa da unidade, da Banda de Música da Polícia Militar, das crianças do projeto Guarda Mirim do 3º Batalhão, além dos participantes do Curso de Formação do Grupo Especial de Operações em Fronteira, o Gefron.

    O “Guardião da Baixada”

    Também conhecido como “Guardião da Baixada”, o trabalho do 3º Batalhão não se restringe aos limites da Baixada da Sobral. Ele é responsável pelo policiamento em 18 bairros, 7 conjuntos habitacionais e ainda, por toda a área da estrada Transacreana.

    O atual comandante, tenente-coronel Rômulo Modesto, disse que a principal conquista do batalhão foi a transferência para uma sede própria e que, apesar das dificuldades, a unidade tem conseguido cumprir o seu papel.

    “Ter um quartel próprio, da Polícia Militar, é um fator motivador, um diferencial. Aqui o policial militar tem a sua identidade. Há dificuldades, mas conseguimos fazer um bom trabalho, como comprovam os números da Análise Criminal. É isso que nos engrandece, enobrece o nosso trabalho”, afirmou.

    Motorista de aplicativo é agredido por taxistas e categoria faz ato em frente à delegacia

    O motorista de aplicativo José Francisco, de 26 anos, foi agredido por um grupo de taxistas na manhã desta sexta-feira (23), na rodoviária de Rio Branco, quando aguardava por um passageiro.

    “Me abordaram de maneira inadequada. Veio um taxista por trás, puxou a minha camisa e rasgou. Logo em seguida eu contestei. Veio outro por trás e deu uma gravata. Tentei me defender, mas eram muitos taxistas e me cobriram no cacete”, contou José Francisco.

    O motorista disse que, assustado, ainda tentou correr, mas não conseguiu ir muito longe. Ele teve a roupa rasgada, ferimentos na boca e no pescoço. Após a confusão, o grupo, de pelo menos 15 taxistas, e a vítima foram levados à Delegacia de Flagrantes (Defla), onde foram ouvidos pela polícia.

    De acordo com o representante da categoria, Rodrigo Vale, a agressão teria ocorrido por causa de transporte clandestino e os taxistas acusaram o motorista de aplicativo de estar abordando as pessoas na rodoviária.

    “Outro colega que estava lá viu tudo e é testemunha no caso. Ele me chamou pelo grupo e a gente espalhou. Ele foi agredido por cerca de 15 motoristas. Por mais que ele tivesse de fato fazendo transporte clandestino, o escritório da RBtrans é lá. Os taxistas perderam totalmente a razão quando partiram para a agressão”, disse Vale.

    policia 3Motorista de aplicativo foi agredido na rodoviária de Rio Branco - Foto: Arquivo pessoal

    Descontentes com a situação, um grupo de motoristas de aplicativo chegou a se reunir em frente à Defla. O representante do sindicato dos taxistas, Espiridião Teixeira, também foi à delegacia.

    Assédio

    O presidente do sindicato dos taxistas, Esperidião Teixeira, disse que há vários dias ocorre um assédio dos motoristas de aplicativo na rodoviária, no desembarque dos ônibus.

    “Nem nós, os taxistas que são autorizados pra lá, podemos fazer. A conversa contada é que o taxista teria chamado o fiscal da Ageac e houve desentendimento a partir daí. Houve empurra, empurra. Por isso, não contiveram os ânimos e foram conduzidos à Defla”, disse.

    Portal G1/AC

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