Economia

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Petrobras aumenta preço do diesel em 4,2% e da gasolina em 3,5%

A Petrobras anunciou que vai elevar o preço médio do diesel nas refinarias a partir desta quinta-feira (19) em 4,2%

e o da gasolina em 3,5%, informou a assessoria de imprensa, após a petrolífera ter publicado os novos valores às distribuidoras.

O reajuste acontece após a disparada nos preços do barril do petróleo na segunda-feira (16), em consequência dos ataques a instalações petroleiras na Arábia Saudita, que baixaram a produção do país pela metade.

Na segunda-feira, a estatal afirmou que manteria o preço dos combustíveis até que os valores da commodity se acomodasse no mercado internacional.

O repasse ou não do aumento aos consumidores depende das distribuidoras.

Fonte: Portal G1

Mercado só gera emprego que paga até dois salários mínimos, mostra Ipea

Praticamente todas as novas vagas com carteira de trabalho assinada geradas no país em 2019 possuem uma remuneração máxima de até dois salários mínimos. Os dados são da Carta de Conjuntura divulgada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) nesta quarta-feira.

Segundo o documento, apenas as duas primeiras faixas salariais (de até um e de até dois salários) têm saldos positivos, ou seja, o número de contratações supera o de demissões no primeiro semestre do ano. Para os demais níveis salariais, mais altos, a dispensa de trabalhadores é maior que o total de admissões.

O levantamento, feito com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) da Secretaria de Trabalho do governo federal, indica que, a partir do segundo semestre de 2018, a geração de novos postos de trabalho com carteira assinada voltou a apresentar maior dinamismo.

No acumulado em doze meses até julho deste ano, a economia brasileira havia criado 521,5 mil novos empregos formais. Junto a esse bom resultado, as estatísticas também mostram uma leve recuperação dos salários médios de contratação, embora estes, historicamente, mantenham-se abaixo dos salários de quem tem sido demitido.

Os dados do Caged analisados pelo Ipea também mostram que a maior parte dos trabalhadores demitidos é aquela com menos tempo de permanência no emprego. Na média, nos últimos doze meses até julho, enquanto na indústria, no comércio e nos serviços quase a metade dos demitidos estava trabalhando há menos de um ano, na construção civil esse percentual avança para 62%.

Em contrapartida, a menor parcela dos trabalhadores dispensados é formada por profissionais com mais de cinco anos de permanência no emprego. Se na indústria de transformação essa parcela corresponde a 14%, na construção civil não chega a 5%.

Fonte: O Globo


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