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Na final da Copa América, Tite pode repetir escalação pela primeira vez pós-Copa do Mundo

Tite tem definida a escalação da seleção brasileira para a final da Copa América, contra o Peru.

Ao público, resta um mistério na lateral esquerda. Filipe Luís, titular no início do torneio, tem sofrido desde as quartas de final com dores na coxa direita. Recuperado clinicamente, ele faz trabalhos específicos para recuperar o auge físico. A tendência é que o treinador mantenha Alex Sandro, titular na semifinal diante da Argentina.

Se isso acontecer, será a primeira vez desde o fim da Copa do Mundo de 2018 que o técnico repetirá os 11 titulares em duas partidas seguidas. Simbólico por ser na final da Copa América, marcada justamente como o fim de uma etapa deste ciclo que visa a Copa de 2022.

Ao renovar contrato depois da eliminação para a Bélgica, Tite e sua comissão estipularam uma divisão dentro do período que viria até o Mundial do Catar. Embora não tenha sido colocado dessa forma, ficou clara a intenção de iniciar uma renovação de nomes sem enfraquecer a Seleção a ponto de prejudicá-la na Copa América, de enorme pressão por ser disputada no Brasil, além do tempo sem conquistar a taça – a última foi em 2007.

Desde então, Tite convocou 47 jogadores, sendo 11 estreantes, além de três goleiros das categorias de base. Durante os amistosos, as mudanças na equipe de uma partida para a outra foram propositais, em busca de encontrar novas soluções para o presente e o futuro.

A partir da preparação para a Copa América, entretanto, lesões, cartões e também desajustes ofensivos levaram o treinador a mudanças frequentes. Uma demonstração prática daquilo que ele passou meses admitindo: na Copa do Mundo, a demora em mexer no time acabou sendo prejudicial na campanha.

 


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