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Técnicos do 'The Voice' avaliam duplas de pop, funk, MPB, sertanejo...

O que faz um dueto perfeito? Para os técnicos do “The Voice”, que estreia nesta terça-feira (30), a questão é mais a química do encontro do que as vozes individualmente. Ou seja: o resultado pode ser maior que soma das partes.

“O dueto perfeito é quando os artistas têm uma energia bacana e estão com aquela vontade de fazer algo bonito - muito a fim de fazer aquilo”, analisa Michel Teló, tetracampeão do reality musical.

Mas é legal saber sobre as partes separadas também. Como o trabalho dos jurados do programa é difícil, o G1 não quis facilitar: listou duetos dos sonhos de vários estilos e pediu para eles dizerem quais das duas vozes mais os encantam.

Assim, os técnicos desta oitava temporada, Michel Teló, Ivete Sangalo, Lulu Santo e Iza, revelaram seus conhecimentos e também seus gostos musicais - seja ao escolher os dois lados ou ao indicar um favorito.

Para Iza, técnica estreante da oitava temporada do "The Voice", o dueto perfeito acontece quando os artistas respeitam o espaço um do outro na hora de cantar.

“É muito bonito ver as vozes se completando. É importante que os dois sejam generosos para que cada um tenha seu momento e uma voz não atrapalhe a outra. E mais do que tudo: fazer aquilo que a música necessita."

"Cantar a dois é saber que você não está cantando sozinho, é uma construção em conjunto”, diz ela, que, antes mesmo de pisar no palco do reality musical, já teve um ex-técnico do programa em seu caminho.

“O Carlinhos Brown já foi meu técnico na vida. Quando eu cantava no Youtube há bastante tempo e estava no show dele em Salvador, ele me colocou para cantar no palco. O Carlinhos me abençoa até hoje e foi o meu primeiro técnico na vida”, relembra Iza.

Já para Ivete Sangalo, dos duetos de sua carreira, dois são inesquecíveis. “Tenho duetos inesquecíveis, com muita gente linda. Seria uma judiação para mim falar de um só. Mas eu vou falar de dois ídolos que são muito importantes para mim."

"Sempre com Gilberto Gil. Cada vez que eu o encontro é uma grande alegria, porque é um ídolo. E Stevie Wonder, quando a gente cantou junto em Brasília. Eu já fiz três shows com ele, nos mesmos lugares e palcos que ele estava, e foi inesquecível”, conta.


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