Poronga

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Difamação

A juíza da Vara de Execuções Penais do Tribunal de Justiça do Estado do Acre (TJAC), Luana Campos,

denunciou a tentativa da direção do Instituto de Administração Penitenciária (Iapen) de tentar macular seu nome.

Ação orquestrada

De acordo com a magistrada, também há, na área de Segurança Pública do Governo do Estado, iniciativas no sentido de distorcer fatos com objetivo de lhe imputar culpa por alguns dos problemas existentes no Sistema Penitenciário, assim como no aumento da violência no Estado.

Politicagem

Luana Campos argumenta que o que tem motivado as investidas do Iapen e do Governo contra ela são interesses político. Diz, inclusive, que o atual presidente do Iapen, Lucas Gomes, tem pretensões política eleitorais e que, por isso, teria interesse em lhe atacar e lhe desmoralizar.

Preconceito

A magistrada também afirmou existir muita resistência contra suas decisões motivada pelo machismo. “O Sistema Penitenciário, em sua maioria, é composto por homens que não vêem com bons olhos a atuação de uma juíza mulher”, disse Luana Campos.

Questão de lógica

Sobre a recente polêmica da autorização para que os detentos do pavilhão O do complexo Francisco d’Oliveira Conde manterem televisores e rádios nas celas, a juíza disse que sua posição é para garantir a isonomia, já que, nos demais pavilhões, o Iapen não se opõe ao uso desses aparelhos.

Chico e Francisco

“Se os demais pavilhões têm televisores ou rádios, por que no pavilhão ‘O’ não? Se tem nos demais, tem que ter nesse. Se proibir em um, tem que proibir em todos”. Na terça-feira, Luana Campos, divulgou uma nota em que expõe os argumentos que justificam sua decisão.

O outro lado

Através de sua assessoria o presidente do Iapen, Lucas Gomes, mandou uma nota com sua posição a respeito do que foi dito pela magistrada. Contudo, limita-se a falar sobre sua atuação, sugerindo ameaças e garantindo que continuará seu trabalho.

Princípios

Lucas expõe que mesmo sob ameaças e ataques de toda ordem, tem cumprido a duras penas a missão que lhe foi designada e que é um fiel cumpridor dos desígnios que o destino lhe impôs. Deus é o meu norte, diz. E segue: ‘Quem conhece a minha história e a vida dura que eu tive sabe que as dificuldades me fizeram forte; e não será o medo, a covardia ou a ameaça que me paralisarão.

Análise

Em nova entrevista concedida ontem, quarta-feira, 3, ao jornalista Marco Weissheimer, do site Sul 21, o ex-presidente Lula comentou os novos vazamentos publicados pelo The Intercept envolvendo o ex-juiz da Lava Jato e atual ministro do governo Bolsonaro, Sergio Moro, que assinou sua sentença.

Espiral

Para Lula, “Moro está se transformando num boneco de barro”, que “vai se desmilinguir”. “Como eles inventaram uma grande mentira para me colocar aqui onde eu estou, eles agora têm que passar a vida inteira contando dezenas e dezenas de mentiras para tentar justificar o que eles fizeram”, afirmou o ex-presidente.

Ironia

“Com muita sustentação da Globo”, prosseguiu, “que faz um esforço incomensurável para passar a ideia de que os vazamentos são falsos, são hackers. Ela não se preocupou quando ela divulgava vazamentos ilícitos que o Dallagnol passava para a Globo e que o Moro passava para a Globo”.

Inconformismo

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina , questionou a informação divulgada pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe ) de que o desmatamento na Amazônia Legal brasileira atingiu 762,3 km² em junho, um aumento de 60% em comparação com o mesmo mês no ano passado, informa o jornal O Globo.

Mais critério

Para a ministra, “os dados precisam melhor avaliados de maneira mais honesta lá fora. Não podemos cair nessa histeria que existe em torno do meio ambiente sem ter certeza”, afirmou.

“A gente não pode falar sem ter os dados e a conclusão da análise dos dados. Se for ruim, vou ser a primeira a dizer para a imprensa”, acrescentou Tereza Cristina.

Nova data

A obra de construção da ponte sobre o Rio Madeira, que teve início em 2014 e já recebeu investimentos de quase R$ 150 milhões, que tinha previsão de entrega para até o final do primeiro semestre deste ano, passou agora para o dia 19 de novembro, segundo o secretário de Infraestrutura, Thiago Caetano.

Acabamento

O secretário explica a última etapa da obra é mais delicada, principalmente para garantir que não haja problemas de infraestrutura no futuro.“Essas concretagens tem que ser feitas com muito controle, rigidez para que no futuro não apresente nenhum problema então a empresa está fazendo com muita cautela, até extrapolou o prazo que a gente previa que nesse inicio já estivesse pronto”. As informações são do site Gazeta.net.

Posição

A prefeita de Rio Branco, Socorro Neri (PSB), e o secretário de saúde do Município, Otaniel Almeida, divulgaram nota de esclarecimento após entrevista da secretária estadual de Saúde, Mônica Machado, de que as UPAs poderiam passar para responsabilidade das prefeituras.

Desconhecimento

“A respeito da notícia de que a Sra. Secretária de Estado de Saúde intenciona repassar as UPAs para a Prefeitura de Rio Branco, vimos esclarecer que: “Até o momento não houve tratativa sobre esse assunto ou qualquer outro com a Sra. Secretária de Estado de Saúde”;

Entendimento necessário

E ainda: “ A municipalização de qualquer serviço na área de saúde precisa ser pactuada entre as esferas de governo; Neste momento, todos os esforços da Prefeitura de Rio Branco estão voltados para o fortalecimento da Atenção Básica, que é o que compete atualmente ao Município de Rio Branco”;

Cada um no seu quadrado!

Continuando: “ Ao focar os esforços na melhoria da assistência prestada pelas Unidades de Saúde da Família (USF), Unidades de Referência em Atenção Primária (URAPs), Policlínica Barral y Barral e Centros de Atenção Psicossocial Álcool e outras Drogas (CAPs), a gestão municipal está contribuindo para a efetivação do direito à assistência em saúde da população da nossa capital”.

Atribuições

E finaliza a nota: “Por último, em prol do bem coletivo, a gestão municipal confia que a atual divisão de competências no sistema público de saúde seja respeitada e que não incorra em transferência de responsabilidades que afetaria sobremaneira a capacidade do Município no atendimento da assistência básica em saúde”.


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