Panorama Nacional

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Cúpula do PSDB discute expulsão de Aécio e espera pedido de licença do deputado até agosto

A cúpula do PSDB quer que o deputado federal Aécio Neves (MG) e outros tucanos na mira da Polícia Federal (PF) se licenciem

do partido até agosto. O partido discute até a expulsão de Aécio mas, segundo o blog apurou, o comando do partido tem a expectativa de que o deputado se antecipe e se afaste do partido para que a medida mais “traumática” – a expulsão – não seja necessária.

O PSDB, agora sob o comando do ex-deputado federal e ex-ministro Bruno Araújo (PE), tem articulado para “repaginar” a imagem da sigla, que tem entre seus caciques o governador de São Paulo, João Doria.

Doria nega publicamente, mas já pavimenta candidatura à sucessão presidencial em 2022. Por isso, seu grupo trabalha para afastar políticos investigados do partido, numa tentativa de “blindar” a sigla. A movimentação para expulsar Aécio, revelada pelo colunista Lauro Jardim, de O Globo, inclui também outros investigados, como Beto Richa, ex-governador do Paraná.

Na semana passada, Aécio Neves virou réu na Justiça Federal de São Paulo por corrupção e obstrução à Justiça, acusado de tentar atrapalhar o andamento da Operação Lava Jato. O empresário Joesley Batista afirma ter pago propina de R$ 2 milhões ao deputado e sua irmã em 2017.

A defesa do deputado diz que não é fato novo e que vai provar que Aécio foi vítima de ação criminosa.

Fonte: Portal G1

Licença de Sergio Moro é para ‘reenergizar o corpo’, diz porta-voz do governo

A licença de cinco dias do ministro da Justiça, Sergio Moro, entre 15 e 19 de julho, será para “reenergizar o corpo” e “prosseguir no combate”, justificou, na noite desta segunda-feira, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros.

Segundo despacho do presidente Jair Bolsonaro, publicado no “Diário Oficial da União”, o ministro vai tratar de “assuntos particulares”. O retorno está previsto para o próximo dia 22.

— Trabalhar, trabalhar, trabalhar é importante. Mas descansar também faz parte do contexto de reenergizar o nosso corpo para prosseguirmos no combate — disse o porta-voz.

Rêgo Barros explicou que o ministro Moro tinha previsão de férias com a família em janeiro, mas, como assumiu o cargo no governo, o planejamento foi adiado.

— Moro estava com previsão de férias para janeiro, junto com sua família. E em face da assunção do Ministério da Justiça e Segurança Pública houve por bem adiar, o que seria natural, destinando essa próxima semana para que se realize este evento, que naturalmente é importante a todos nós.

A assessoria de Moro esclareceu que o ministro não pode tirar férias, e que estará de licença não remunerada na próxima semana para viajar com a família. O secretário executivo Luiz Pontel responderá interinamente pelo ministério no período.

Vazamento de conversas

O ministro integrou neste domingo a comitiva do presidente Jair Bolsonaro para assistir a final da Copa América, no Maracanã, em um teste de popularidade. O motivo seriam as reportagens do Intercept, do jornal “Folha de S.Paulo” e da revista “Veja” sobre supostas conversas no aplicativo Telegram que mostram Moro orientando ações da Operação Lava-Jato.

Fonte: O Globo


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