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Mototaxistas protestam contra a obrigatoriedade do uso do mototaxímetro em Rio Branco

Contra a obrigatoriedade do uso do mototaxímetro, dezenas de mototaxistas bloquearam na manhã desta terça-feira, 13, a Rua Vinte e Quatro de Janeiro,

que dá acesso à Câmara de Vereadores da capital acreana. O protesto durou menos de uma hora e a pista foi liberada por volta das 11h.

A Portaria que decidiu a regulamentação do aparelho que calcula o custo do serviço com base em quilômetros percorridos, foi publicada em junho de 2017. “O prazo para a instalação foi prorrogado até outubro deste ano, mas a questão é o alto custo do equipamento”, disse o mototaxista, Cleildon Patrício Silva.

De acordo com ele, o aparelho custa em média R$ 950. “Além do valor, ainda temos que pagar uma taxa ao Inmetro, o que faz com que o preço aumente ainda mais. O valor cobrado não cabe no bolso da maioria dos mototaxistas. Só podemos renovar a permissão se o equipamento estiver instalado. Queremos que essa Lei Municipal seja alterada”.

A proposta feita pela categoria deve ser protocolada na Câmara e em seguida encaminhada à prefeitura de Rio Branco.

Luiz Araújo, presidente do Sindicato dos Mototaxistas (Sindmoto), defende o uso do aparelho. “Dos 638 mototaxistas permissionários da capital, 450 já utilizam o equipamento. Estamos pensando no cliente, em trazer transparência. Já imaginou você pega uma corrida que custa R$ 10, mas, que no mototaxímetro está sendo cobrado R$ 7, por exemplo, quem perde é o cliente”, salientou Araújo.


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