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Na Expoacre, indústrias gráficas apresentam demandas ao governo

Reunião entre empresários e setor público abre portas para melhorias no ambiente de negócios para o segmento

Demandas, gargalos e dúvidas foram apresentados e discutidos na noite de terça-feira, 30 de julho, durante o encontro do setor gráfico com o representante do Governo do Estado, Marcos Antônio Mourão, realizado no Espaço Indústria na Expoacre. O clima era de otimismo após a reunião que, segundo o presidente do Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado do Acre (Sindigraf), José Afonso Boaventura, foi proveitosa, com bom entendimento de ambas as partes.

“Fizemos o convite ao Marcos Mourão e fomos prontamente atendidos. Tiramos nossas dúvidas e apresentamos nossas demandas, que foram bem recebidas por ele”, comemorou o empresário. Ele afirma que a indústria gráfica acreana é uma das mais atualizadas no que há de melhor em tecnologia no país, não deixando nada a desejar aos clientes acreanos. “Não podemos parar no tempo, é um avanço constante. Qualquer que seja a demanda, temos condições de atender. E, graças à parceria com a Federação das Indústrias, nós podemos oferecer o melhor, porque nossos presidentes investem no empresário”, reconheceu.

Para o empresário Antônio Leônidas de Araújo Neto, as expectativas com os rumos que serão tomado após o encontro são boas. “A gente vê nesse início da nova administração do governo pelo menos um esforço de se buscar novos caminhos para se alcançar o tão almejado desenvolvimento. Pudemos observar uma perspectiva de transparência, de competitividade, e isso é muito salutar. Embora o quadro não seja dos melhores não só no Acre, mas em todo o país, se mantivermos o diálogo aberto, encontraremos a melhor saída”, analisou.

De acordo com Mourão, o governador Gladson Cameli acenou positivamente para a sua participação no encontro, a fim de que possa fazer um estudo a partir de agora, para definir como o Estado poderá auxiliar o segmento gráfico da melhor maneira. “As demandas dos empresários têm, sim, fundamento. Temos, agora, que encontrar um denominador que seja acessível tanto para o Estado quanto para o setor gráfico. Mas podemos adiantar que o governo está de coração aberto para fazer o possível a fim de atender a todas as demandas”, finalizou.


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