Diga Giiizzzz!

Foto: Reprodução

Na manhã de ontem, quarta-feira, 15, o governador Gladson Cameli (PP) postou foto em sua conta nas redes sociais com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Tio Sam

Gladson integra a comitiva do presidente Jair Bolsonaro em viagem à Dallas, nos Estados Unidos. “Já estamos cumprindo agenda em Dallas. Na foto, eu e o ministro da Economia, Paulo Guedes”, publicou o governador do Acre no Facebook. Guedes é o mentor da reforma de Previdência, apoiada por Gladson Cameli.

Oportunidades

Sobre sua participação na comitiva, Gladson garante que “o mais importante serão as reuniões empresariais onde as potencialidade da região Norte, especialmente do Acre, serão mostradas e discutidas as possibilidades de investimento americano”.

Vantagem comparativa

Conclui raciocínio dizendo que “o grande trunfo que temos nas mãos e que vamos mostrar aos americanos, é a viabilidade do comércio com a América do Sul, com o fluxo de mercadorias saindo e entrando pelo Pacífico, através dos portos de Illo e Matarani, no Peru”.

Filho problema

O jornalista Teles Farias, que tem site hospedado no portal UOL, informa que o vereador carioca Carlos Bolsonaro, o 02, filho do presidente Bolsonaro, postou ontem nas redes sociais um vídeo do youtuber Daniel Lopez intitulado “Já está tudo engatilhado em Brasília para derrubar Bolsonaro”.

Caso pensado!

A história contada ao longo de 12m57s é que o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e o Centrão estão barrando a votação da medida provisória 870 para conseguir o impeachment de Jair Bolsonaro.

Gatilho

Nem é necessário ouvir todo o longo vídeo ( https://www.youtube.com/watch?time_continue=1&v=3c619n-s1UY) para conclusões. Primeiro Daniel Perez conta o que já se sabe: a MP 870 é a da reforma administrativa que diminuiu o número de ministérios – de 29 para 22 – e foi aprovada na comissão especial com modificações como a recriação de duas pastas e a volta do Coaf para o Ministério da Economia, etc.Lá pelos 8m57s ele argumenta que, se Bolsonaro voltar a ter mais ministérios haverá uma cadeia de conseqüências.

Lógica

De início, o governo terá mais gastos; não terá como cumprir a regra de ouro do Orçamento estabelecida na Constituição; gastará mais dinheiro do que está autorizado a gastar; poderá ser enquadrado na Lei de Responsabilidade Fiscal e, tudo isso, justificaria um pedido de impeachment, assim como aconteceu com Dilma Rousseff.

Fake news

“E sabe quem aceita o pedido de impeachment? São os presidentes da Câmara? Será que o Rodrigo Maia vai rejeitar os pedidos de impeachment? Vocês estão entendendo que o que está sendo engatilhado é o impeachment do Bolsonaro?” É essa a teoria conspiratória que os bolsonaristas mais radicais agora fazem circular nas redes, impulsionados pelos filhos do presidente. Dá para entender por que o presidente da Câmara fica tão irritado.

Ao mestre com carinho

O professor universitário e ex-prefeito de Rio Branco, Raimundo Angelim, que tem como marca mais profunda a defesa da educação em todos os níveis, seja na academia, quando Prefeito e no exercício enquanto Deputado Federal, ontem se juntou aos milhares de profissionais do ensino, dos estudantes e da comunidade em geral, para contrapor-se à política do governo Bolsonaro que estende uma prática de terra arrasada para a Educação brasileira.

Inversão de valores

“Essa poderia ser uma luta por mais recursos para a educação; para o fortalecimento e expansão da Pesquisa; para melhoria da qualidade do ensino, da extensão. Mas, infelizmente, o povo está nas ruas é para conter os crescentes ataques à educação em nosso País. Contra a desconstrução das Políticas, Programas e Projetos da Educação e as constantes ameaças a autonomia e a cortes no orçamento das Universidades e dos Institutos Federais”, pontuou Angelim.

À luta, companheiros!

“Lamentável e imprevisível as conseqüências dessas medidas atabalhoadas de um governo sem rumo, sem Plano. Não podemos é perder nossa capacidade de sonhar e de nos indignar diante desses retrocessos”, alerta Angelim e conclama a sociedade à luta.

Fogo de monturo

O fogo tá pegando na base do governo na Aleac. O ex-líder do governo, deputado Gerlen Diniz (Progressistas), ontem foi à tribuna para rebater informações que davam conta ser ele o parlamentar que conseguiu empurrar o maior número de apaniguados no governo de Gladson Cameli.

Logo eu?

Identificando-se como vítima de jogo sujo de “pessoas do governo”, Diniz revelou que detêm na estrutura de governo ‘apenas’ 14 cargos, sendo oito CECs 1, três CECs 2 e três CEC, 3.

Essa é a minha vida

Em conversa com jornalistas, o deputado foi enfático: “Faço questão de abrir o jogo aqui. Não tem o porque esconder isso. Queria ter mais espaço, mas infelizmente não tenho”, disse, externando que esse tipo de informação que foi repassada de forma premedita à imprensa, não é postura a ser adota com um correligionário, que já foi, até, líder do governo que hoje está a lhe preparar armadilhas.

Meia volta volver!

“Prefiro ir para oposição do que está passando por isso. Não tenho um mundo cargos”, disse o parlamentar que colocou ainda os cargos a disposição do governo.

Mundo animal

Quem olha de longe, vê logo que o governador Gladson Cameli terá que transmitir a seus comandados a lição dos gansos, quando voam em forma de V, buscando quebrar a resistência do ar: mantenham a sensibilidade e bom-senso, permanecendo alinhados e unidos com aqueles que buscam o mesmo objetivo, dispostos a aceitarem ajuda, assim como prestar ajuda quando necessário. Elementar!

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