Sindusmad questiona acusações inverídicas de blogueiro sobre transporte de madeiras

O setor de indústrias de madeiras do Acre tem contribuído de forma incisiva para o desenvolvimento do Estado ao longo dos anos. Isso ocorre por meio da geração de emprego e renda, pagamento de impostos e contribuições aos órgãos públicos, responsabilidade social, entre outras ações que impactam positivamente na economia acreana.

No entanto, há quem queira desmerecer e até mesmo denegrir a imagem das empresas que atuam nesse ramo. É o caso de um blogueiro de Rio Branco, que tem usado as redes sociais para fazer acusações inverídicas afirmando que uma das empresas do setor estaria causando transtorno a moradores e danos ao asfalto da estrada da Área de Proteção Ambiental Raimundo Irineu Serra.

Em uma de suas publicações, o blogueiro chega a incitar a violência, quando questionou quais providências deveria tomar contra os caminhões de uma empresa que trafega no trecho do bairro Irineu Serra. “O que fazer? Cavar uma cratera na estrada, incendiar os caminhões, matar os caminhoneiros?”, indagou em postagem no Facebook.

Em resposta às acusações consideradas extremamente ofensivas e inverídicas, a presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras do Estado do Acre (Sindusmad), Adelaide de Fátima Gonçalves de Oliveira, registrou boletim de ocorrência denunciando as ameaças e incitação ao crime feitas pelo blogueiro.

Adelaide de Fátima garante que as empresas do setor atuam de forma lícita e seguem todos os trâmites exigidos pela legislação. “Sempre falo que se for ilegal tem que cobrar, tem que haver fiscalização à noite. Inclusive a fiscalização abordou dois caminhões recentemente e não havia nada ilegal. Trabalhamos à noite porque precisamos. É uma atividade que não temos hora, não temos tempo a perder, porque só há condições de trabalho em alguns meses do ano”, acrescenta.

A presidente do Sindusmad faz questão de exaltar a importância da imprensa, dos blogs e do leque de informações que podem ser repassadas atualmente pelas redes sociais, mas pondera que é preciso que todos entendam a importância do setor madeireiro para a economia do Estado.

“Inclusive deixamos aqui o convite para que blogueiros, repórteres e demais comunicadores visitem os planos de manejo, indústrias florestais e constatem a relevância dessa atividade para manter a floresta em pé, gerando o que ela fornece de mais importante ao equilíbrio ambiental, mas que também vejam a necessidade do lado econômico para o Estado”, enfatiza Adelaide de Fátima.

Assessoria Sindusmad