Investimentos do governo ampliam qualidade da saúde pública do Acre

Durante todo o ano de 2016, o governo do Acre realizou mais de 11 mil cirurgias eletivas e de urgência, um custo de, aproximadamente, R$ 16 milhões – Fotos: Arquivo Secom

O Estado do Acre tem alcançado avanços significativos em diversas áreas. Na área de saúde não é diferente. Até alguns anos atrás, quase tudo de especialidade em termos de saúde pública era resolvido nos grandes centros do país, via Tratamento Fora do Domicílio (TFD).

Hoje, no Acre, até mesmo em casos de transplantes de córnea, rins ou fígado, os pacientes não precisam mais viajar para fora do estado. O tratamento dispendioso e ao incômodo, longe da família e dos amigos, virou coisa do passado para a maioria das patologias.

Galgando, ano a ano, avanços até na medicina especializada, com hospitais para crianças e idosos, mais maternidades, para tratamento do câncer, hepatites e até da ortopedia – como o Instituto Nacional de Traumatologia (Into) agora presente no Acre -, a saúde passou a ser prioridade na gestão pública.

E isso se evidenciou ainda mais nos últimos seis anos e meio da gestão do governador Tião Viana – médico com doutorado em Medicina Tropical – que, desde o início de seu primeiro mandato, reforçou o compromisso com a Saúde Pública.

No Acre, 96% da população é SUS/dependente, ou seja, utiliza o Sistema Único de Saúde (SUS). Em se tratando de procedimentos de alta complexidade, quase que 100% dos acreanos recorrem à saúde pública.

O Estado tem investido um alto volume de recursos para garantir a oferta dos serviços de saúde, aplicando sempre mais que o preconizado em lei (12%) em recursos próprios nesta área, aparecendo no cenário nacional, como o segundo estado do Brasil que mais investiu proporcionalmente na área da saúde durante o ano de 2014.

Números não mentem

Nos últimos cinco anos, a média de investimentos em saúde é de 16,6% de suas receitas próprias, indo muito além do mínimo constitucional, que é de 12%.

Considerando os investimentos com recursos próprios mais operações crédito, o Acre gasta com saúde em torno de R$ 700 milhões ao ano. Se estabelecermos uma relação entre os investimentos do governo do Estado com os do governo federal, que hoje investe em torno de R$ 200 milhões/ano com a saúde pública do acreano, teremos uma média de 60% de custo estadual contra 40% de custo realizado com recursos da União.

No Acre, 96% da população é SUS/dependente, ou seja, utiliza o Sistema Único de Saúde (SUS)

Investimentos e avanços

Durante todo o ano de 2016, o governo do Acre realizou mais de 11 mil cirurgias eletivas e de urgência, um custo de, aproximadamente, R$ 16 milhões.

Investimentos em equipamentos, ampliações e reformas nas unidades de referência como o Hospital das Clínicas (HC), Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco (Huerb) e Maternidade Bárbara Heliodora também tiveram prioridade na atual gestão.

Em seus dez anos de criação, a Central de Transplantes já realizou mais de 270 transplantes de órgãos no Acre.

O Huerb e o HC, por exemplo, foram os que mais fizeram cirurgias, de acordo com o Sistema de Internação Hospitalar (SIH) do Sistema Único de Saúde (SUS).

O Programa Saúde Itinerante completou 16 anos de atuação alcançando a marca de 220 mil consultas médicas realizadas em todo o Acre.

Num momento histórico para o serviço de neurocirurgia do estado, foi implantado um atualizado e completo centro neurocirúrgico disponível no SUS, nas dependências do HC.

Foram investidos mais de R$ 1,4 milhão na compra de aparelhos de ponta, como um neuronavegador, aspirador ultrassônico, novos sistemas de drill eletrônicos e estertotaxia e material de by-pass extraintracraniano, equipamentos que permitem que os cirurgiões atuem em áreas profundas do cérebro com menor risco de lesões ao paciente, representando um grande avanço na Saúde Pública.

Reduções significativas

No segundo semestre do ano passado, o Acre registrou redução em 76,18% casos notificados de dengue.

De 2006 a 2013, os casos de malária diminuíram em mais de 59%. Hanseníase, entre 2001 e 2013, a detecção de casos reduziu em 75,7%.

Por três anos seguidos (2011, 2012 e 2013), o Acre representou o Brasil no Prêmio Campeões Contra as Malárias nas Américas, realizado pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). O prêmio é dedicado às melhores estratégias de combate à doença no continente.

Rede Cegonha

A iniciativa já atende 98% das gestantes do SUS em 22 municípios (mar/2013).

Mais de 180 leitos funcionando pela Rede Cegonha. Em 2013, 34,3 mil consultas pré-natais. 90 leitos de UTI Neonatal, Pediátrica e UCI.

Serviços de Alta Complexidade (2012-2014)

Foram realizados 75 Transplantes (Córnea e Rim). Mais de 31 mil sessões de hemodiálise, e 561 cirurgias neurológicas. Fonte: SIH/SUS-DRRA (Março 2014).

Cuidando dos Seus Olhos

Mais de 145,3 mil procedimentos de oftalmologia, como cirurgias de catarata, por exemplo, realizados no Estado do Acre de 2011 a 2013.

Saúde Auditiva

Desde 2014, já foram entregues mais de 4,4 mil aparelhos auditivos e mais de 31 mil atendimentos, além de 10 mil testes da orelhinha em bebês no Hospital das Clínicas.

Mais Médicos

No último ano, o número de médicos dobrou nas unidades de saúde. O Acre conta com mais de 500 médicos, distribuídos por todas as unidades estaduais.

Agência Notícias do Acre