Opção

Foto: Reprodução

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Jaquim Barbosa, usou o Twitter na manhã de ontem, sábado (27), para declarar o seu voto em Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições presidenciais.

Precaução

Na rede social, o ex-ministro disse se tratar de uma escolha racional depois de avaliar os dois candidatos e que Jair Bolsonaro (PSL) “inspira medo”.

Avaliação

“Votar é fazer uma escolha racional. Eu, por exemplo, sopesei os aspectos positivos e os negativos dos dois candidatos que restam na disputa. Pela primeira vez em 32 anos de exercício do direito de voto, um candidato me inspira medo. Por isso, votarei em Fernando Haddad”, tuitou Barbosa.

Sai fora!

O governador eleito Gladson Cameli (PP), em entrevista ao jornalista Luis Carlos Moreira Jorge, do Blog do Crica, deixou claro que a chance do coronel da Polícia Militar, Ulysses Araújo, que foi candidato ao governo do Acre com o apoio do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), ser secretário em seu governo “é zero”.

Eu não queria mesmo…

Indagado sobre o tema por um site da cidade, Ulisses foi peremptório: “Não existe articulação, eu volto para a Polícia Militar normalmente”, disse, afirmando ainda que Gladson “nunca apoiou Bolsonaro. Ele quer apenas apoio do governo federal. Ele era Alckmin”.

Olho no lance!

Embora não seja o caso do Coronel Ulisses, Gladson Cameli tem que ficar esperto sobre a estratégia de algumas figuras que apoiaram sua campanha e agora plantam na imprensa seus nomes como cotados para exercer funções de secretário no próximo governo.

Lição do Jair

Sobre esse mesmo tema, o presidenciável Jair Bolsonaro já aplicou vacina no noticiário, quando no início da semana fez brotar manchete, em caso de obter sucesso na disputa federal: “Bolsonaro diz que ‘oportunistas’ que se anunciam como ministros estarão fora de eventual governo”.

Empurra, senador!

Vídeo que circula em grupos do aplicativo WhatsApp mostra que o avião do governador eleito Gladson Cameli atolou na pista de pouso do município de Porto Walter, neste final de semana. As imagens mostram o próprio senador do PP e seus assessores empurrando a aeronave.

Torcida

Com o Brasil vivendo uma crise braba, e o principal porta-voz de Bolsonaro no estado a dizer que Gladson torcia pela vitória do tucano Alckmin na disputa à Presidência, resta termos esperança de que o seu governo também não atole na mesmice.

Reforço na saúde

A assessoria do governador Tião Viana informa que entre 2013 e 2018 foram contratados, por meio de processos seletivos, mais de 2.200 servidores para atuar nas unidades de saúde do estado.

Musculatura

As contratações se destinaram às áreas de citologia, enfermagem, hemoterapia, laboratório, nutrição e dietética, órtese e prótese ortopédica, prótese dentária, radiologia, saúde bucal, segurança do trabalho, cirurgião dentista, enfermeiro, físico médico, fonoaudiólogo e psicólogo, entre outros.

Conclusão

A admissão de profissionais responsáveis pela assistência direta aos pacientes representa um ganho na qualidade de atendimento nas unidades de saúde do Acre.

Liminar

Por meio de uma decisão liminar provisória, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, suspendeu ontem, 27, os efeitos judiciais e administrativos que determinaram o ingresso de policiais federais em universidades públicas e privadas país. O caso ainda será analisado pelo plenário da Corte. A ação será analisada pelo plenário da Corte na próxima quarta-feira (31).

Suspeita

Universidades públicas de pelo menos nove estados foram alvos de operações autorizadas por juízes eleitorais durante esta semana. As ações decorreram de denúncias de no interior dos estabelecimentos de ensino estaria havendo campanha político-partidária.

Fim do transtorno

No despacho, a ministra também suspendeu os efeitos de decisões que determinaram o recolhimento de documentos, a interrupção de aulas, debates ou manifestações de professores e alunos universitários.

Falência

Foto: Cedida

Os municípios do interior do Acre abriram falência. E por excesso de contratações. Pelos menos três deles já anunciaram demissões em massa: Manoel Urbano, do prefeito Tanízio de Sá (MDB), Cruzeiro do Sul, de Ilderlei Cordeiro (PP) e Marechal Thaumaturgo, de Isaac Pianko (PP).

Canetadas

Para que possam se ajustar ao que determina a Lei de Responsabilidade Fiscal, que estabelece o teto de gastos com pessoal nos municípios em 54% da receita, a saída é mandar a turma da boquinha pro olho da rua. E, em alguns casos, vai sobrar até mesmo para servidores concursados.

Só na base da pressão

Ocorre que os prefeitos só estão tomando providências contra os próprios excessos depois que se decidiu que as cidades que excedem o limite de gastos com a folha de pagamento não terão direito aos recursos provenientes das emendas parlamentares.

Faca de dois gumes

Se por um lado a medida vai fazer com que sobre recursos para investimentos, por outro fará com que o comércio local desidrate, uma vez que a economia desses municípios gira, em grande parte, em torno do que recebe o funcionalismo.

Círculo vicioso

E com as vendas a encolherem na praça, as prefeituras passam a arrecadar menos impostos. A ciranda da crise econômica não para de girar.